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Exercícios de distribuição electrónica
1. Faça a distribuição eletrónica para os elementos:
a) 12Mg
b) 20Ca
c) 26Fe
d) 35Br
e) 56Ba
f) 86Rn
g) 104Rf
2. De acordo com o exercício 1, indique:
I) O subnível mais energético de cada distribuição;
II) A quantidade de elétrons na camada de valência de cada
elemento.
3. Faça a distribuição eletrônica para os íons:
a) 12Mg2+
b) 20Ca2+
c) 26 Fe3+
d) 35 Br -
e) 15P3-
f) 55Cs+
4. Qual o número atômico do elemento que apresenta o
subnível mais energético “5d4”?
6. Qual o número atômico do elemento que apresenta o
subnível mais energético “5p4”?
Distribuição farmacêutica
Desde os seus primórdios, a Distribuição Farmacêutica representa um importante contributo para o exercício da profissão farmacêutica e para os cuidados da saúde. Intermediando a origem dos produtos e a sua dispensa as populações, a Distribuição Grossista Farmacêutica representa o elo facilitador do acesso ao medicamento.
A distribuição farmacêutica actua nas áreas da representação, promoção e distribuição de produtos de saúde em farmácias, para farmácias e espaços de saúde.
Factores que influenciam na distribuição farmacêutica
Os factores que influenciam na distribuição farmacêutica são:
A logística farmacêutica
È responsável pelas operações de logística interna, pela gestão de todo o aparelho logístico afectos varias infra-estruturas, e pela comercialização de soluções de distribuição customizadas para industria farmacêutica, hospitais e para outros intervenientes do sector dos produtos de saúde.
O transporte de mercadorias
È realizado por uma empresa especializada no transporte de produtos de saúde com temperatura controlada e monitorizada. O serviço devera ser personalizado, inovador e rigoroso na qualidade, assegurando a execução integral das definições das BPD, devendo possuir as certificações obrigatórias emitidas pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT).
Qualificação e validação
Os distribuidores por grosso devem identificar qual a qualificação dos equipamentos essenciais e/ou validação dos processos essenciais que são necessárias para assegurar a instalação e funcionamento correcto dos mesmos. O âmbito e a extensão dessas actividades de qualificação e/ou validarão (tal como o armazenamento ou as operações de recolha e embalagem) devem ser determinados recorrendo a uma abordagem de avaliação dos riscos devidamente documentada.
Qualificação dos fornecedores
Os distribuidores por grosso devem aprovisionar-se de medicamentos apenas junto de pessoas que possuem elas próprias uma autorização de distribuição por grosso, ou que estejam na posse de uma autorização de fabrico que abranjam o produto em causa;
Controlo da temperatura e do ambiente
Deve utilizar-se equipamento e procedimento para verificar o ambiente em que os medicamentos são armazenados. Os factores ambientais a considerar incluem a luz, a temperatura, a humidade e a limpeza das instalações;
Armazenamento
Os medicamentos ou produtos farmacêuticos devem ser armazenamentos separadamente de outros produtos susceptíveis de os alterar bem como ser protegidos contra os efeitos nocivos da luz, da temperatura, da humidade e de outros factores externos. Deve também ser prestada uma especial atenção aos produtos que exigem condições de armazenamento específicas.
Transporte
É da responsabilidade do distribuidor por grosso que fornece os medicamentos protege-los contra a ruptura, adulteração e roubo, e assegurar que as condições de temperatura são mantidas dentro de limites aceitáveis durante o transporte.
Os medicamentos devem ser transportados em todo o seu circuito de forma que:
a) Não se perca a sua identificação;
b) Não contaminem nem sejam contaminados por outros produtos ou matérias.
c) Sejam adoptadas preocupações especiais contra o derrame, a rotura ou roubo;
d) Estejam em condições de seguranças e não sejam sujeitos a condições inapropriadas de calor, luz, humidade ou outros factores adversos, nem a acção de microrganismos ou agentes infestantes.
Tipos de transportes usados para distribuição de medicamentos:
Transporte por particulares
Quando os particulares transportam os seus medicamentos que têm de ser conversados entre 2 a 8◦c, devem faze-lo em condições que respeitem a cadeia de frio, mas sem provocar a congelação do produto;
Transporte rodoviário na cadeira de frio
È realizado por rodoviárias, que alcança praticamente todo o território nacional. O transporte na cadeia de frio geralmente esta associado a pelo menos duas frases:
a) Transferência para stock (FullTruckLoad – lotacao completa) :geralmente em grandes volumes e distantes do ponto do destino. Este tipo de transporte é praticado para abastecimento de stocks de grandes armazenistas e grossistas farmacêuticos, a partir da própria unidade de produção ou do laboratório;
b) Distribuição (LessThanTruckLoad – cargas fraccionadas): normalmente actuando em escala local, com baixa quilometragem entre origem e destino. É uma etapa crítica para o controlo da temperatura devido a grande influência de factores de diversas naturezas, especialmente logísticos. Este tipo de técnica envolve duas exigências do mercado: reduzir o stock dos clientes/farmácias (o que significa entregas mais frequentes) e a pulverização dos pontos de destino, com pedidos cada vez menores.
Transporte aéreo na cadeia de frio
O transporte aéreo na cadeia de frio permite:
· Monitorização da temperatura do armazém
· Validação dos frigoríficos e refrigeradores
· Condições dos produtos em armazéns
· Controle da temperatura durante o transporte
· Procedimento para investigações e acções em caso de quebra de cadeia de frio
RESUMO E SÍNTESE
RESUMO E SÍNTESE
O resumo
e a síntese são textos que apresentam a informação essencial de
outros textos, expondo-a de forma clara e concisa.
Como
qualquer texto escrito, devem ser elaborados em três fases: preparação;
construção do texto; revisão.
1.
Preparação
Leitura
global, destinada a apreender o sentido geral do texto;
Segunda
leitura, sublinhando-se as palavras-chave e a informação essencial;
Divisão
do texto em partes e atribuição de um título a cada uma delas;
Classificação
do tipo de relação que se estabelece entre as diferentes ideias
(causa, consequência, oposição…)
Anotação,
à margem e de forma breve, da informação essencial de cada parágrafo ou parte.
2. Construção do texto - É
nesta fase que o resumo e a síntese se distinguem em alguns aspetos, embora
partilhem várias características.
Semelhanças
-Devem
corresponder ambos a cerca de um quarto do texto original (caso não
haja
indicações definidas)
-
Pautam-se pela neutralidade e fidelidade na reconstituição da informação
- Não
contemplam citações do texto original
-
Suprimem ideias secundárias, repetições, pormenores, exemplos e outros
elementos acessórios;
- Não
incluem comentários ou opiniões pessoais
- Omitem
o discurso direto ou transformam-no em discurso indireto
-
Utilizam linguagem clara, concisa e objetiva.
|
Diferenças
|
Resumo
|
-respeita a ordem e a
organização das ideias do texto original;
-respeita a pessoa e o tempo
verbal;
-pauta-se pela objetividade;
-trabalha sobre um texto apenas.
|
-Admite
uma maior liberdade na ordem das ideias;
-
apresenta o texto sempre na terceira pessoa, mencionando o nome do(s)
autor(es) do texto original
-
evidencia as intenções do(s) autor(es) do
texto-fonte,
partindo da interpretação
do
leitor (subjetividade)
- pode
trabalhar sobre um ou vários textos
|
Como fazer um resumo
Características
de um bom Resumo
Brevidade – Só contém as
ideias principais. Os pormenores não são incluídos;
Rigor e clareza – Exprime as
ideias fundamentais do texto, de uma forma corrente e clara e que respeite o
pensamento do autor;
Linguagem
pessoal –
Não se copia frases do texto, exprime se as ideias principais por palavras
nossas.
Processo de
execução de um Resumo
1 Lê o texto e
tenta compreendê-lo bem.
Identifica as
ideias principais, parágrafo a parágrafo.
Podes
sublinhá-las durante a leitura.
Podes fazer um
esquema, no fim da leitura, para organizar o texto e os parágrafos
2 Começa a
escrever o teu Resumo, respeitando sempre o conteúdo do texto e o
pensamento do autor.
Procura não
incluir pormenores desnecessários.
Substitui ideias
repetidas ou semelhantes por uma que as englobe.
Utiliza termos
genéricos em vez de listas.
Utiliza uma
linguagem pessoal.
3 Lê o teu Resumo
e avalia-o, corrigindo os aspectos que achares necessário.
Contém as ideias principais?
A ideia do autor está respeitada?
O texto percebe-se bem?
Não há pormenores, nem
repetições?
4 Faz outra
leitura do teu Resumo e aperfeiçoa a linguagem do texto (ortografia,
construção de frases etc.), se for necessário.
NB: Numa síntese damos a nossa opinião sobre o texto original e
no resumo não! É como se na síntese escrevêssemos um pouco da nossa
interpretação do texto, não podendo fazer o mesmo quando estamos a escrever um
resumo.
COMO
FAZER UMA SÍNTESE
ETAPAS
DE REALIZAÇÃO GUIÃO DE TRABALHO
1.Leitura de um (ou mais) texto-fonte (TF)
2.Compreensão e análise (TF)
3.Planificação da síntese (S)
4.Textualização (S)
5.Revisão (S)
LEITURA (TF)
•Identificação do tema;
•Marcação da estrutura:
•Introdução/desenvolvimento/conclusão;
parágrafos;
•Conectores
discursivos;
•Palavras-chave
em cada parte/parágrafo (sublinhar);
•Supressão
de aspetos secundários (repetições, interjeições, citações, exemplos ou expressões explicativas);
•Para cada parte/parágrafo registo de tópico
contendo:
•A
ideia principal da parte/parágrafo;
•A
intenção do autor, se for o caso.
PLANIFICAÇÃO
(S) - 1
•Marcas de género
(comuns aos géneros escolarizados e específicas do género):
•Tema, informação
significativa, encadeamento lógico dos tópicos tratados, aspetos paratextuais
(e.g. título e subtítulo, notas de rodapé ou notas finais, bibliografia, índice
e ilustração), correção linguística.
•Redução de um texto
ao essencial por seleção crítica das ideias-chave (mobilização de informação
seletiva, conectores).
OBS. Sendo síntese oral,
dever-se-á dar tempo ao aluno para a organizar; as etapas de planificação e de
textualização (simplificando os procedimentos desta fase) são igualmente exequíveis
na sua preparação; no caso de esta ser acompanhada de suporte, dever-se-á
esclarecer o aluno quanto ao conteúdo que o mesmo deve conter.
PLANIFICAÇÃO (S)
- 2
Elaboração
de um plano
•Tema:
de 1 ou mais TF
•Introdução: apresentação do tema (TF), de forma
sucinta, salientando uma palavra ou expressão que o defina (uma frase);
•Desenvolvimento: após seleção crítica realizada
aquando da leitura, registo das ideias-chave* de acordo com uma ordem própria
(no resumo, a ordem tem de ser a apresentada no TF), mantendo, todavia, a
essência e a coerência da informação do TF;
•Conclusão:
síntese contendo a ideia principal ou comentário final destacando a intenção
global do autor do TF (no resumo, a conclusão respeita a ideia essencial da
conclusão do TF)
PLANIFICAÇÃO (S)
- 3
Exemplo
de um plano de síntese
Tema
Introdução
Ideia principal (sobre o tema) a
apresentar
Desenvolvimento
(*)
1ª ideia selecionada (no TF poderá estar
numa outra posição)
2ª ideia selecionada
…
Conclusão
Ideia-chave para síntese final
(*) no resumo é diferente: a ordem em que aparecem as ideias-chave tem
de ser mantida
TEXTUALIZAÇÃO
(S) - 1
Organização
discursiva e correção linguística (igualmente válido para a oralidade)
Estilo claro e simples, numa linguagem correta,
respeitando as regras gramaticais;
A ordem das ideias do TF pode ser alterada (ao contrário
do resumo), todavia, deve ter-se em atenção os conectores discursivos
utilizados na síntese, de maneira a continue a “fazer sentido”, não
desvirtuando a informação do TF (rede lexical);
Utilização de um estilo indireto (3.ª pessoa gramatical);
TEXTUALIZAÇÃO
(S) - 2
Organização
discursiva e correção linguística (igualmente válido para a oralidade)
Utilização
de linguagem apreciativa, de forma a destacar a(s) intenção(ões) do autor,
através de comentários como:
– O texto remete-nos para a
problemática…
– O autor questiona-se acerca de…
– O autor sublinha/realça/contradita a
importância de…
– O autor critica/concorda com/discorda
de…
– O autor defende/nega/reitera a
posição…
REVISÃO - 1
O QUE NÃO SE DEVE FAZER NUMA SÍNTESE
1.Introduzir opiniões pessoais (seria
difícil manter o registo na 3ª pessoa);
2.Alterar o conteúdo (ideias) do texto
fonte (TF) ou acrescentar o que lá não está, a propósito de alguma ideia-chave;
3.Fazer citações ou transcrições do TF –
deve usar-se a paráfrase, simplificando a informação;
4.Usar marcas pessoais do autor do TF
(registo de língua, expressões idiomáticas, comentários ou sublinhados
particulares sobre algo ou alguém,… );
5.Usar frases demasiado longas;
6.Desrespeitar a proporcionalidade, apesar
de ter de apresentar um texto próximo de ¼ do TF.
Livro de Português 12 pdf
Autor: Isabel Armado Fernão e Nélio José Manjate
Tema: Pré - Universitário Português 12
Editora: Longman
Ano de lançamento: 2010
Classe: 12ᵃ
Disciplina: Português
Idioma: Português
Classe: 12ᵃ
Disciplina: Português
Idioma: Português
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